O prefeito Bruno Reis participou, na manhã deste sábado (26), do primeiro dia da Maratona Salvador e destacou a presença de metade dos inscritos de fora da cidade, o que demonstra o caráter nacional do evento, que chega à sua 8ª edição. Neste sábado, aconteceram as provas de 5 km e 10 km. No domingo (27), segundo e último dia da Maratona Salvador, ocorrerão as provas de 21 km e 42 km. A largada e chegada são no Centro de Convenções de Salvador, na orla da Boca do Rio.
Realizado dentro da programação do Festival da Primavera, o evento também incluiu os desafios combinados de 5 km + 21 km e 10 km + 42 km para quem quis participar nos dois dias. Outra novidade da edição deste ano foi a caminhada de 3 km, também realizada neste sábado.
“A Maratona Salvador é a sétima melhor maratona do país e está entre as 200 melhores do mundo. A cada ano, aumenta a participação das pessoas. Este ano, foram 10 mil inscritos. Temos 50% dos participantes de fora da cidade e 30% de fora da Bahia. Então, vejam quantas pessoas estão vindo para Salvador”, pontuou o prefeito, após participar da prova de 10 km.
Ao ressaltar a participação expressiva de corredores de outros lugares, o gestor municipal reforçou a importância da Maratona Salvador para a economia local. “Essa competição é muito importante para o calendário do turismo esportivo. Essas pessoas que vêm de fora estão hospedadas nos nossos hotéis, vão aos nossos restaurantes, visitam os nossos pontos turísticos e consomem nossos produtos. É um evento que estimula a saúde, nos estimula a manter uma melhor qualidade de vida, mas também é muito importante para gerar emprego e renda. Todo o setor de serviços, toda a cadeia, fica aquecida por conta dessa grande competição”, apontou o chefe do Executivo soteropolitano.
Sobre a preparação para a prova, Bruno Reis afirmou que mantém uma rotina diária de correr 5 km. “Procuro correr cinco quilômetros todos os dias para suar e colocar a cabeça no lugar. Hoje, consegui fechar os dez quilômetros aqui em 55 minutos, dentro do que estava programado. Também já paguei a corrida do final de semana. Agora, só segunda-feira”, disse.
O presidente da Empresa Salvador Turismo (Saltur), Isaac Edington, reiterou que a Maratona Salvador é atualmente uma prova de nível internacional. “Essa maratona já está entre as 200 provas do mundo, é a sétima maratona posicionada no Brasil. Ela é responsável, nesse período do ano, por uma atração que fomenta o nosso calendário de turismo esportivo. É a competição mais importante”, afirmou o dirigente.
Ao mesmo tempo, Edington enfatizou o caráter único da prova, devido à forte presença da cultura baiana na corrida de rua. “É uma prova com todo o rigor técnico, certificada pela confederação internacional e, ao mesmo tempo, com o nosso jeito de fazer entretenimento. Tem muita música, arte, cultura e esse espaço fantástico aqui na orla de Salvador. Então, sem dúvida, é uma das principais provas hoje do Brasil, o que nos dá muito orgulho”, completou o presidente da Saltur.
Corredores – Primeiro colocado na categoria PCD, Douglas Oliveira relatou as dificuldades na preparação e também durante a prova. “Venho há mais de 20 dias sentindo uma dor na lombar. E hoje, no terceiro quilômetro, senti muito, muito mesmo, por isso tive que baixar um pouco o pace. Mas deu tudo certo, a prova em si foi muito organizada. Parabéns a toda a organização. Se Deus quiser, ano que vem estarei aqui de novo para correr mais uma vez e defender esse título”, disse o atleta.
Morador de Brotas, o analista de sistemas Rafael Almeida, 38 anos, contou sobre sua rotina de preparação e elogiou a estrutura do evento. “A preparação já vem há alguns meses, aumentando a distância aos poucos e tentando manter uma rotina de treinos durante a semana. A Maratona de Salvador tem uma estrutura que passa segurança para quem vai correr, desde a organização da largada até os pontos de hidratação ao longo do percurso. Gostei bastante”, afirmou.
A fisioterapeuta Juliana Santos, 32 anos, moradora da Pituba, participou pela terceira vez da corrida, desta vez estreando na distância de 10 km. “Segui uma planilha de treinos juntamente com minha equipe e, nessa reta final, foquei bastante em controlar a ansiedade para a prova. Graças a Deus, deu tudo certo e consegui não virar minha atenção para o tempo. É muito bom participar de um evento desse porte dentro da nossa cidade”, disse.
Para a professora Camila Ferreira, 29 anos, moradora do Imbuí, a prova também teve um gosto especial, pela frustração vivida no ano passado. “Essa foi uma prova muito especial para mim. No ano passado, durante os treinos, me machuquei na semana da maratona. Graças a Deus, tudo ocorreu bem este ano. Treinei cedo, antes do trabalho, e nos fins de semana fiz os treinos mais longos. Só tenho elogios à organização, que foi muito bem estruturada. Isso nos ajuda bastante a participar, principalmente para quem está encarando uma distância maior pela primeira vez”, avaliou.
O corredor e influenciador digital Victor Fish reiterou a presença expressiva de atletas de fora da capital baiana. “A Maratona Salvador é um dos maiores eventos de rua da cidade. Mais da metade do público é de turistas, então é uma prova muito importante para a cidade. Todo mundo acaba ganhando com isso: motoristas de aplicativo, hotéis, restaurantes. Como moradores da cidade, devemos ter orgulho dessa prova e receber bem os turistas. Estou muito feliz. A prova está muito bonita e muito bem organizada. É só alegria para a nossa terra”, disse.
Legado – Ao integrar esporte, preservação ambiental, responsabilidade social e valorização da identidade local, a Maratona Salvador tem como pilares a economia circular, a compensação das emissões de gases de efeito estufa, a proteção à infância, a gestão responsável de resíduos e a valorização das matrizes africanas que constituem a identidade da capital baiana.
Uma das iniciativas que materializam o compromisso ambiental, por exemplo, são as eco bags oficiais da prova, confeccionadas integralmente a partir da reciclagem de garrafas PET.
Outra iniciativa nesse campo é a compensação das emissões de gases de efeito estufa (GEE) geradas. Um inventário permitirá identificar e quantificar as emissões associadas à prova, considerando diferentes etapas da operação, como deslocamentos, consumo de energia, estruturas e geração de resíduos.
A partir desse levantamento, as emissões que não podem ser evitadas são compensadas por meio de créditos de carbono vinculados a projetos ambientais.
No campo social, a Maratona Salvador estabelece parceria com a Aldeias Infantis SOS, organização global dedicada ao cuidado e à proteção de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Parte do valor arrecadado com as inscrições será destinada aos projetos desenvolvidos pela instituição.
Parte fundamental do evento, a música está presente nos pontos de hidratação espalhados pelo trajeto, com performances ao vivo para manter o estímulo aos corredores ao longo das provas.
Neste sábado, o Bailinho de Quinta comanda a Arena do Evento, enquanto o encerramento no domingo fica por conta do É o Tchan.
A curadoria do evento também valoriza as raízes musicais de Salvador. Em parceria com a Secretaria Municipal de Reparação (Semur), a programação incluiu grupos de matrizes africanas ao longo do percurso, levando para as ruas a força da percussão, do axé e de outras manifestações que formam a identidade cultural soteropolitana.
Salvador encerra neste domingo (23) um fim de semana marcado pela ocupação de diferentes espaços da cidade com programação cultural, gastronômica, esportiva e de lazer. De um lado, a Rua Chile, no Centro Histórico, recebe o último dia do Wine Brasil Music. Do outro, a Praça Ana Lúcia Magalhães, na Pituba, sedia o segundo e último dia do 4º Festival da Bicicleta.
Com propostas distintas, os dois eventos ajudam a reforçar uma estratégia de cidade que aposta na ocupação qualificada dos espaços públicos e na criação de experiências capazes de movimentar moradores, turistas e toda uma cadeia econômica ligada ao turismo, à gastronomia, ao comércio, à cultura, ao esporte e à economia criativa.
O Wine Brasil Music, realizado pelo Palacete Tirachapéu e pela ZUM Brazil, com apoio da Prefeitura de Salvador, por meio da Saltur, chega ao último ocupando a Rua Chile com programação musical aberta ao público, aproximando vinho, gastronomia, música e patrimônio histórico.
Já o Festival da Bicicleta, promovido pela Prefeitura de Salvador, por meio da Saltur e do Movimento Salvador Vai de Bike, transforma a Praça Ana Lúcia Magalhães em um grande espaço de convivência, com atividades gratuitas voltadas para mobilidade sustentável, esporte, lazer, cultura e bem-estar. A programação inclui passeios ciclísticos, oficinas, ações educativas, atividades infantis, experiências interativas e participação de lojistas e expositores do setor.
Para o presidente da Empresa Salvador Turismo (Saltur), Isaac Edington, a realização de eventos em diferentes regiões da cidade faz parte de uma visão estratégica de Salvador como uma cidade que deve estar permanentemente viva e ocupada.
“Salvador tem uma vocação muito forte para a realização de eventos e para a ocupação dos seus espaços. E o nosso papel, enquanto Prefeitura, é criar condições, apoiar iniciativas e estimular essa movimentação para que a cidade esteja viva durante todo o ano. Quando um evento ocupa a Rua Chile e outro movimenta uma praça como a Ana Lúcia Magalhães, estamos falando de uma mesma política de cidade: levar pessoas para as ruas, gerar experiências e movimentar a economia”,afirma Isaac Edington.
Segundo ele, a diversidade das iniciativas também demonstra a capacidade de Salvador de oferecer experiências para diferentes públicos. “Temos, neste fim de semana, vinho, gastronomia, música, bicicleta, esporte, atividades para crianças e mobilidade. São públicos e experiências diferentes, mas todos eles ajudam a construir uma cidade mais dinâmica, mais acolhedora e mais conectada com as pessoas. É esse protagonismo da cidade que queremos fortalecer: uma Salvador que não apenas recebe eventos, mas que se transforma a partir deles”, destaca o presidente da Saltur.
A ocupação dos espaços também gera impacto direto na economia local, estimulando bares, restaurantes, comércio, serviços, profissionais da cultura e do entretenimento e pequenos empreendedores. No caso do Festival da Bicicleta, a programação ainda coloca em evidência a chamada economia da bicicleta, um segmento que reúne comércio, serviços, mobilidade, esporte e novas oportunidades de negócios.
“Quando colocamos a cidade em movimento, movimentamos também a economia. Um evento não termina no palco ou na programação. Ele chega ao restaurante, ao comércio, ao ambulante, ao prestador de serviço, ao hotel, ao transporte e a uma série de profissionais que fazem a economia criativa e turística acontecer. Essa é a importância de termos uma cidade ocupada e um calendário forte ao longo de todo o ano”, completa Isaac.
Último dia – Neste domingo (23), moradores e visitantes ainda poderão aproveitar a programação dos dois eventos. Na Rua Chile, o Wine Brasil Music encerra sua programação com experiências ligadas ao universo dos vinhos, gastronomia e música no Centro Histórico. A edição deste ano ampliou a presença do festival para a rua, fortalecendo a relação do evento com o território e com o patrimônio de Salvador.
Na Praça Ana Lúcia Magalhães, o Festival da Bicicleta segue com programação gratuita para toda a família, reunindo atividades esportivas, culturais, educativas e de lazer, além de ações voltadas à mobilidade ativa e à cultura da bicicleta.
Com iniciativas que ocupam desde um dos endereços mais históricos de Salvador até uma das principais praças de convivência da cidade, o fim de semana reforça uma das vocações da capital baiana: transformar seus espaços em pontos de encontro, experiências e oportunidades, fortalecendo a relação entre turismo, cultura, esporte, lazer e economia criativa.
A cantora e compositora Larissa Luz apresenta, nesta quinta-feira (26), o show “Rock in Gil”, em homenagem a Gilberto Gil, no Pátio do Espaço Cultural da Barroquinha, a partir das 19h. O evento gratuito faz parte do Movimento Boca de Brasa, que celebra o aniversário de Salvador, que fará 477 anos no domingo (29), e os 40 anos da Fundação Gregório de Mattos.
Soteropolitana, assim como Gil, Larissa contou que fazer esse show na capital baiana tem um significado especial, por ser o lugar onde estão suas raízes e que carrega uma forte carga de ancestralidade, memória e pertencimento. “Fazer esse show em Salvador muda tudo, porque não é só uma cidade no roteiro [da turnê], é o lugar onde esse pensamento nasceu: meu e de Gil. Eu estou em casa, mas isso não simplifica, pelo contrário. O cenário puxa outro nível de entrega, e isso também aumenta a responsabilidade”, disse.
A turnê do “Rock In Gil” se apresentou há 15 dias em São Paulo, no Memorial da América Latina. Larissa chega a Salvador num momento especial: na semana passada, ela ganhou o Prêmio Shell de Teatro como melhor atriz, pela atuação na peça Torto Arado.
A programação do Movimento Boca de Brasa também contará com shows da banda ÀTTØØXXÁ, na sexta-feira (27), a partir das 20h30; e da cantora Duquesa, que se apresenta no sábado (28), a partir das 21h. As apresentações acontecem no Pátio Iyá Nassô, na Barroquinha (Quarteirão das Artes), com entrada gratuita.
Confira a entrevista completa com Larissa Luz sobre o show gratuito:
O que significa para você homenagear Gilberto Gil em Salvador?
Fazer esse show em Salvador muda tudo, porque não é só uma cidade no roteiro [da turnê], é o lugar onde esse pensamento nasceu: meu e de Gil. Existe um DNA ali que se manifesta no jeito de ouvir, de reagir, de ocupar o som. Salvador carrega uma carga ancestral muito concreta. Existe intimidade, memória, pertencimento. Isso altera completamente o jogo. Eu estou em casa, mas isso não simplifica. O cenário instiga, provoca, puxa outro nível de entrega. Isso torna tudo mais especial, mas também aumenta a responsabilidade. Porque não dá para chegar com qualquer leitura. É um território onde essas músicas já têm vida própria.
Gilberto Gil influenciou a sua trajetória artística?
A influência de Gil para mim não é só musical, é metodológica. Ele me ensinou que um artista pode ser múltiplo sem se diluir. A indústria muitas vezes tenta organizar artistas em caixas, mas Gil construiu uma trajetória que escapa disso. Ele transita entre o popular e o experimental, entre o político e o espiritual, sem pedir licença. Isso me afeta diretamente, principalmente na recusa de simplificar a minha própria identidade para caber em uma expectativa externa. Ele abriu uma possibilidade de existência artística onde a complexidade não é ruído, é fundamento.
Como é apresentar esse espetáculo no aniversário de Salvador?
Faz sentido que, no aniversário da cidade, o presente seja a própria cultura que ela produziu. Não como vitrine, mas como reconhecimento de quem construiu essa história de dentro. Trazer Gil para o centro desta celebração não é só coerente, é necessário. Estar nesse lugar é atravessar essa história em tempo real, não como homenagem distante, mas como parte de um fluxo que começou antes da gente e continua agora.
O que o público pode esperar desse show?
O público pode esperar movimento de verdade, não só físico, mas interno também. É um show pra mexer com o corpo e com o que a gente carrega de memória. Tem energia, mas não é vazia. É a força que a obra de Gil provoca quando encontra o rock. Tem entrega, tem troca. Eu entro disposta a puxar todo mundo pra dentro, não como plateia, mas como parte da experiência. O show reacende essas músicas de um jeito mais físico, mais urgente. É pra sentir.
Para celebrar os 477 anos de Salvador, a Prefeitura preparou uma programação intensa e gratuita que une esporte, lazer e música em diversos locais da cidade, incluindo trechos de orla, neste domingo (29). Entre as atrações estão os shows de Mudei de Nome, no Dique do Tororó, e de Jammil, na Cidade Baixa.
O primeiro evento da programação será a sexta edição da corrida Salvador 10 Milhas, a partir das 5h, com dois pontos de largada simultâneos, sendo um no Comércio, em frente à Basílica Nossa Senhora da Conceição da Praia, para quem fará 5 milhas (cerca de 8 km), e outro no Largo da Dinha, no Rio Vermelho, para os inscritos em 10 milhas (16 km). Os participantes percorrerão pontos turísticos tradicionais da capital baiana até a chegada na Ponta do Humaitá, em Monte Serrat.
Já no bairro da Boca do Rio, o Movimento Salvador Vai de Bike reúne ciclistas de Salvador, às 7h, para o Pedal da Cidade, num trajeto de aproximadamente 16km iniciado a partir do Parque dos Ventos, passando pelo Largo das Baianas (Amaralina) e voltando para o parque.
A partir das 11h, o Dique do Tororó recebe a tradicional “Volta no Dique” com o movimento musical Mudei de Nome. Formado por Ricardo Chaves, Magary Lord, Jonga Cunha e Ramon Cruz, o grupo celebra o axé music cantando os sucessos do gênero em um trio pranchão sem cordas.
Ricardo Chaves destacou a expectativa para apresentação em mais uma edição do aniversário de Salvador.
“Estamos indo para mais uma Volta no Dique, que já faz parte do calendário da cidade. Neste ano, ela ganha ainda mais significado por acontecer exatamente no aniversário de Salvador, o que traz um brilho especial para a festa. Desde que o projeto surgiu, em 2013, a nossa proposta sempre foi resgatar a essência do axé music. Ver o sucesso dos eventos que realizamos, como a Pipoca do Mudei no Carnaval, e levar essa energia para o Dique mais uma vez é motivo de muita alegria. Convido todo mundo para estar com a gente e dividir esse momento”, afirmou o cantor.
O encerramento das festividades acontece na Ponta do Humaitá, a partir das 16h, com uma personalidade já conhecida no local: a banda Jammil e Uma Noites. Sob o comando do cantor Rafa Barreto, a banda realizará o projeto “Vamos Ver o Pôr do Sol”, evento que se tornou tradicional e conhecido por lotar a região.
A programação completa do Festival da Cidade 2026 está disponível em www.festivaldacidade.salvador.
Reportagem: Ana Virgínia Vilalva e Vitor Villar / Secom PMS
O Furdunço abriu oficialmente o pré-Carnaval de Salvador neste sábado (7), reunindo milhares de foliões no Circuito Orlando Tapajós (Ondina/Barra). As apresentações começaram às 14h e seguem até a noite, quando o BaianaSystem encerra a programação a bordo do tradicional Navio Pirata, um dos momentos mais aguardados do evento. A festa marca o início de 12 dias ininterruptos de celebrações na capital baiana, que só terminam na Quarta-Feira de Cinzas.
A principal novidade do Furdunço em 2026 é a mudança de dia. Historicamente realizado aos domingos, a festa agora ocorre no sábado, abrindo o calendário de festas que antecedem o Carnaval. Criado em 2014, o evento se consolidou como a festa mais tradicional do pré-Carnaval de Salvador, realizada sempre no fim de semana que antecede a folia oficial.
O Furdunço é marcado pelas apresentações gratuitas em estruturas menores de som, como microtrios e pranchões, que aproximam artistas e público e reforçam o clima democrático e de rua da festa. Neste ano, a programação reúne 57 atrações, entre elas Daniela Mercury, Armandinho e Irmãos Macedo, Parangolé, Pagodart, Escandurras e Filhos de Jorge.
O presidente da Empresa Salvador Turismo (Saltur), Isaac Edington, se mostrou otimista para o início do pré-Carnaval. “Neste ano a gente tem 57 atrações e a expectativa é de um grande dia hoje, começando com o pé direito esse pré-carnaval de Salvador. Acho que em 2026 a gente teve um aumento significativo no público das festas populares, todas elas, sem exceção. Tivemos uma Festa de Iemanjá com um público recorde, assim foi também na Lavagem do Bonfim. E agora a gente está aí, com esse grande Carnaval será realizado”, disse.
Entre as primeiras atrações a desfilar no Furdunço esteve o Grupo Corrupio, que completa 10 anos e participa pelo terceiro ano consecutivo do evento. A cantora Mariana Caribé destacou a proposta do grupo de aproximar diferentes gerações por meio da música. “Ou seja, uma música que vai ligar pais, filhos, netos, avós, tios… Músicas do cancioneiro tradicional infantil. Além disso, a gente compõe canções, apresentando o Brasil musical para as crianças, trazendo um maracatu, um jongo, um frevo, um samba de roda”, explicou.
Presente desde a primeira edição do evento, em 2014, o cantor Chico Gomes, que comanda a banda Marana, exaltou o perfil do Furdunço. “Essa festa tem uma cara de Carnaval mais ameno, mais bacaninha, para a galera curtir na maior paz, numa coisa talvez mais aconchegante. E os artistas também trazem um repertório mais eclético, que vai conduzindo a plateia por vários ritmos”, afirmou.
A programação do pré-Carnaval segue neste domingo (8), com o Fuzuê, também no Circuito Orlando Tapajós, reunindo bandas acústicas, blocos de mascarados e manifestações culturais. Na sequência, acontecem a Melhor Segunda-Feira do Mundo, sob comando de Xanddy Harmonia, o Pipoco, com Léo Santana, na terça-feira (10), e a festa Habeas Copos, marcada pelas fanfarras, na quarta-feira (11). A abertura oficial do Carnaval será na quinta-feira (12).
Economia e trabalho — O período do pré-Carnaval também funciona como um “esquente” para quem trabalha na festa. Ambulantes credenciados já iniciaram as vendas no circuito, animados com a expectativa para os próximos dias de folia. Diana de Jesus Bonfim, que trabalha há 14 anos como ambulante no Carnaval e completava 50 anos neste sábado (7), atuava no Morro do Gato e aprovou os novos benefícios oferecidos pela Prefeitura, como o cartão de transporte gratuito para os trabalhadores.
“Essas vantagens novas eu achei bem boas, gostei mesmo. Acho que o que eu mais gostei foi o chuveiro para banho, que é algo essencial, e o cartão de transporte. Eu moro em Pernambués e vou usar esse vale todo dia até o final do Carnaval, indo e voltando. Esse benefício ajudou bastante. Trabalhamos aqui eu e meu esposo”, contou.
Além do transporte, os ambulantes receberam kits com itens de proteção, como sombreiro, protetor solar e camisa UV, além de cadeados para os isopores. Durante o Carnaval, os trabalhadores também terão acesso a refeições gratuitas em unidades de Restaurante Popular instaladas nos circuitos e a chuveiros para higiene pessoal.
Ambulante há cinco anos e também vendedor nas praias da Barra, Adailton Bechara destacou a estrutura montada na plataforma exclusiva para os trabalhadores, instalada entre o Farol da Barra e o Morro do Cristo.
“Rapaz, para a gente aqui na plataforma está muito bom, a estrutura melhorou bastante. Essa passagem de ônibus que estão dando, foi ótima. O restaurante também, pois ficou melhor para o ambulante, porque vai ter comida. E ainda tem os banheiros, né? Para a galera tomar banho. Então, acho que a cada ano melhora. A expectativa é muito boa, de vender bastante. Compramos muito material para trabalhar e esperamos que venha muita gente”, disse.
A vice-prefeita e secretária municipal de Cultura e Turismo, Ana Paula Matos, destacou o impacto econômico e cultural do Carnaval para a cidade. “Salvador está de fato vivendo um momento histórico, com mais de 43% de aumento de passagens internacionais. Esse é um turista que entra com um tíquete médio alto, e vai deixar dinheiro aqui na nossa economia”, disse.
“Junto a isso, é saber que a gente vai ter 250 mil empregos temporários nesse período, e que muitos vão ser efetivados. Então, esse é um momento de alegria, de mostrar para o mundo a nossa identidade, a nossa cultura, mas é um momento também de trazer dinheiro para quem trabalha no Carnaval e melhorar a vida de quem mora em Salvador”, completou.
Serviços — Para garantir a tranquilidade do evento, a Prefeitura montou uma grande operação de serviços municipais, com módulos de saúde, equipes de limpeza urbana, agentes da Guarda Civil Municipal, fiscais de ordem pública e monitores de poluição sonora, entre outras ações.
O ordenamento do trânsito é realizado pela Transalvador. Segundo o diretor de trânsito do órgão, Antônio Nery, as equipes iniciaram o trabalho ainda na noite anterior ao evento. “As nossas equipes estão aqui desde a noite de ontem, sexta-feira, ajudando a montar os trios no circuito. Logo em seguida, pela manhã deste sábado, fizemos o monitoramento aqui em toda a área. E neste momento, os agentes já montaram todas as barreiras de trânsito para que o Furdunço possa acontecer tranquilamente. Tenho mais de 26 anos trabalhando pela Transalvador, e a cada ano o Carnaval está melhor”, afirmou.
Outra autarquia que atuou previamente foi a Diretoria de Serviços de Iluminação Pública (Dsip), responsável pela instalação e monitoramento da iluminação do circuito. “Hoje a nossa operação começa de verdade, mas a montagem da operação do Carnaval começou no início de novembro. Foram mais de 6 mil projetores instalados em todos os circuitos do Carnaval, nos palcos, nos bairros, no Centro Histórico e aqui, na Barra. Neste ano, estamos contando com a tecnologia da telegestão, para fazer monitoramento online de todo o circuito”, explicou o diretor Ângelo Magalhães.
Salvador se consolidou como uma das cidades mais comentadas do Brasil no período do Réveillon. Um dos fatores que contribuem para a promoção da capital baiana em todo o país nesta época do ano é o Festival Virada Salvador, evento gratuito realizado pela Prefeitura na Arena O Canto da Cidade, no bairro da Boca do Rio. Ao longo dos cinco dias do evento, pelo menos 1 milhão de pessoas estiveram no espaço para curtir apresentações de mais de 60 artistas.
Como destaca o prefeito Bruno Reis, os próprios visitantes ajudam a promover a cidade no boca a boca, relatando as suas experiências positivas acerca do evento para amigos e familiares. Há, ainda, a projeção midiática da capital baiana para todo o país através dos profissionais de comunicação, que contam com uma estrutura especial, oferecida pela Prefeitura, para realizarem a cobertura do evento.
“Nestes últimos sete dias, com certeza, fomos a cidade mais comentada do Brasil. Vejamos o tamanho da promoção espontânea que tivemos na imprensa e nos veículos que cobrem a nossa festa”, comentou o gestor, acrescentando que só na noite da virada, nesta quarta-feira (31), a expectativa era de que o número de visitantes na arena ultrapassasse 250 mil.
Segundo dados prévios do Observatório do Turismo da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult), pelo menos 119 mil turistas já desembarcaram na cidade para o Réveillon, muitos deles atraídos pelo Festival. Eles, inclusive, foram responsáveis por injetar na economia da capital baiana R$ 130,8 milhões, de acordo com o levantamento parcial.
Uma dessas turistas é Carol Ribeiro, de 23 anos. A publicitária, natural de Aracaju, em Sergipe, veio para Salvador na companhia dos amigos. “Viemos passar a virada do ano aqui. Na verdade, sempre venho em grupo. Essa não é a primeira vez que estou no Festival Virada. A energia dessa cidade não se compara a nenhuma outra”, comentou.
Lucas Vieira, de 32 anos, é advogado. Cearense, mas residente em Recife, Pernambuco, ele está pela primeira vez em Salvador. “Vim ontem e estou aqui hoje também. Achei bem organizado e gostei também das atrações. Planejei passar minhas férias aqui”, avaliou.
O cearense está hospedado em um hotel localizado no Centro, o que ajuda a reforçar os bons números do setor, já que a taxa média de ocupação na cidade chegou a 80%. Para a vice-prefeita e titular da Secult, Ana Paula Matos, os números confirmam o sucesso do planejamento estratégico adotado pela cidade para esse período do ano.
“Esses dados são resultado de uma estratégia consistente e do posicionamento de Salvador como um destino turístico global. A cidade está preparada, atrativa e conectada com o mundo, trazendo turistas de diversos países, fortalecendo nossa economia e gerando emprego e renda para os nossos cidadãos”, comentou.
Ela lembra também que a grande procura por Salvador ajuda também aqueles moradores que faturam em sites alternativos de hospedagem, oferecendo suas acomodações. “Existe um novo perfil de turista que não procura hotéis e opta por Airbnb ou outro tipo de hospedagem alternativa, além das casas de parentes. Tenho transitado por Salvador e vejo o alto fluxo de turistas, sobretudo no centro da cidade. A nossa ideia é consolidar ainda mais para que eles voltem para nossa terra”, completou.
Isaac Edington, Presidente da Saltur, diz que o sucesso do Festival Virada Salvador é fruto de um planejamento que demanda tempo e muita organização. Isso faz com que a capital baiana seja destaque no cenário nacional.
“Salvador ocupa hoje um lugar de destaque no Réveillon nacional e esse resultado é fruto de um trabalho contínuo, construído ao longo de muitos anos, com planejamento, organização e visão estratégica. Não é só a festa em si, é toda a cidade vibrando, preparada para receber turistas e moradores, mostrando que Salvador sabe fazer grandes eventos com excelência”, afirmou.
O Festival Virada Salvador, promovido pela Prefeitura de Salvador por meio da Empresa Salvador Turismo (Saltur), conta novamente com a força de patrocinadores para viabilizar a maior festa pública de Réveillon do Brasil. Em 2026, as marcas parceiras são Salvador Shopping, Esportes da Sorte, Ambev — com as marcas Brahma, Beats e Guaraná — e Salon Line, que assinam ativações e experiências distribuídas ao longo dos cinco dias de programação na Arena O Canto da Cidade, na Boca do Rio.
De acordo com o prefeito Bruno Reis, o modelo de parcerias consolida-se como estratégia para fortalecer o evento e a economia da cidade. Ele destacou que o retorno econômico supera os investimentos públicos realizados. “Primeiro que nós conseguimos em patrocínio quase que custear todos os custos que tivemos. Então, na prática, são recursos privados. Mas o que a gente ganha na promoção da imagem, na geração de emprego e renda, o que a gente ganha com os nossos hotéis lotados, bares, restaurantes, as pessoas consumindo nossos produtos típicos, e o que a gente arrecada por conta disso, acaba que, no final do dia, um evento como esse se torna investimento. Ou seja, a Prefeitura acaba tendo uma receita maior do que a despesa”, afirmou.
Para o presidente da Empresa Salvador Turismo (Saltur), Isaac Edington, o Festival Virada Salvador é fruto de uma estratégia consolidada de parcerias com a iniciativa privada, adotada pela gestão municipal desde 2014. Segundo ele, o modelo permite fortalecer os eventos, preservar recursos públicos e gerar retorno direto para a cidade. “Nós oferecemos, de forma inovadora ao longo dos anos, propriedades que são utilizadas dentro dos nossos eventos para que possam ter resultado e esse resultado ser revestido pela cidade. É uma parceria de sucesso, em que as marcas têm resultado e, ao mesmo tempo, Salvador também ganha”, afirmou.
Ambev – A Ambev, patrocinadora do Festival com Brahma, Beats e Guaraná, reforça a presença das marcas em um dos principais momentos de celebração do calendário cultural baiano. A gerente regional de marketing da Ambev, Mairê Cruz, ressaltou que a participação da Brahma no evento aprofunda uma relação histórica com Salvador e com a cultura brasileira. “A presença de Brahma nos grandes momentos de celebração em Salvador reforça uma relação histórica com o público da capital baiana e com a cultura do país. O Festival da Virada marca a abertura do verão da Bahia e dá início a uma jornada que atravessa as festas populares e chega ao Carnaval, onde seguimos celebrando ao lado das pessoas experiências que fazem parte da memória afetiva dos brasileiros”, disse.
Esportes da Sorte – Patrocinadora oficial da Virada Salvador, a Esportes da Sorte estreia em uma das maiores festas públicas de Réveillon do país, alinhando sua estratégia de apoio a eventos conectados à identidade local e à cultura popular. Na capital baiana, a marca desenvolve uma série de ativações para ampliar a experiência do público, como área de hidratação gratuita, pórtico de entrada com identidade visual exclusiva do Réveillon e ações de engajamento com distribuição de brindes ao longo dos cinco dias de festa. O CEO da empresa, Darwin Filho, afirmou que a presença no evento vai além da visibilidade da marca.
“Salvador é uma cidade simbólica para o Brasil, com uma força cultural única, e a Virada reflete esse espírito: uma festa grandiosa, democrática e feita para o povo. Para o Esportes da Sorte, estar aqui pela primeira vez vai além da visibilidade da marca; é participar ativamente de um momento que celebra cultura, alegria e identidade. Nosso objetivo é contribuir positivamente para a experiência das pessoas, com cuidado, entretenimento e ações que façam sentido para quem vive a festa”, destacou.
A participação no Réveillon marca ainda o início de uma parceria estratégica com a cidade, com previsão de patrocínio oficial ao Carnaval em 2026 e avaliação de novas iniciativas em grandes eventos públicos.
Salvador Shopping – Parceiro consolidado do Festival, o Salvador Shopping mantém a atuação integrada ao evento e às ativações de lazer na Arena. A gerente de Marketing, Marianna Muniz, destacou a continuidade da parceria com a gestão municipal. “Temos muito orgulho em integrar, de forma contínua, o maior Réveillon do Brasil, fortalecendo uma parceria que se consolida a cada edição e gera impactos positivos para a capital baiana. A atuação conjunta com o Festival da Virada reafirma o compromisso do Salvador Shopping com Salvador, contribuindo para o fortalecimento do turismo, o desenvolvimento econômico e a valorização da cultura local, além de promover integração social e experiências marcantes para moradores e visitantes”, afirmou.
Salon Line – A Salon Line integra o grupo de patrocinadores do Festival Virada Salvador 2026, reforçando a conexão da marca com diversidade, autoestima e expressão cultural. A participação no evento amplia a presença da empresa em ações voltadas ao grande público, dialogando com diferentes perfis de participantes e celebrando a pluralidade que marca o Réveillon de Salvador.
A vice-prefeita e secretária municipal de Cultura e Turismo (Secult), Ana Paula Matos, acompanhou de perto o funcionamento do Centro de Controle Operacional do Festival Virada Salvador 2026 no primeiro dia do evento, realizado na Arena O Canto da Cidade, na orla da Boca do Rio. A gestora esteve ao lado do presidente da Empresa Salvador Turismo (Saltur), Isaac Edington, avaliando em tempo real o monitoramento de toda a operação da maior festa de Réveillon do Brasil.
Neste ano, o sistema operacional foi ampliado e utilizado a mesma tecnologia empregada durante o Carnaval de Salvador. Conforme a Secretaria Municipal de Tecnologia e Inovação (Semit), são cerca de 70 câmeras instaladas em pontos estratégicos da Arena.
Os gestores conseguem acompanhar simultaneamente o fluxo de público, a atuação dos serviços públicos, a organização dos ambulantes, as áreas de acessibilidade e as ações de segurança e ordenamento urbano.
“O Virada Salvador é o maior Réveillon do Brasil porque existe planejamento, organização e cuidado. Enquanto o público se diverte, há uma grande equipe trabalhando nos bastidores, monitorando cada detalhe para garantir segurança, acessibilidade e acolhimento para todos”, destacou Ana Paula Matos.
O espaço também oferece infraestrutura tecnológica e conectividade para prestação de serviço in loco aos órgãos municipais e Wi-Fi gratuito ao cidadão. O sistema de monitoramento é fornecido pela Cogel, oferecendo uma visão ampla e integrada da festa.
Segundo o presidente da Saltur, a tecnologia tem papel fundamental para o sucesso da operação. “O Centro de Controle permite decisões rápidas e precisas. Conseguimos visualizar o evento como um todo, antecipar situações e atuar de forma coordenada entre os órgãos envolvidos, garantindo uma experiência segura e organizada para o público”, afirmou Isaac Edington.
A partir deste sábado (27), o Palco Brisa acontece dentro da programação do Festival Virada Salvador, reunindo artistas e DJs que representam diferentes gerações e linguagens da música produzida na Bahia. O espaço amplia o olhar do festival para a cena autoral, para as novas vozes e também para trajetórias já consolidadas, que seguem dialogando com o presente.
Ao longo dos dias, o Palco Brisa apresenta uma programação diversa, que atravessa a MPB, o R&B, as sonoridades afro-brasileiras, o pop, a música eletrônica e as experimentações contemporâneas, reforçando o compromisso do Festival Virada com a pluralidade musical e cultural da cidade.
Entre os nomes que integram a programação do Palco Brisa está Cinara, que sobe ao palco no primeiro dia do Festival Virada Salvador. Uma das vozes em ascensão do R&B baiano, a artista chega ao evento após indicação ao Prêmio R&B Brazil, consolidando seu nome entre as novas vozes da música negra contemporânea, com uma trajetória marcada por força vocal, identidade e presença de palco.
“No Palco Brisa eu vou mostrar um pouco de quem eu sou hoje. Vai ter muita música inédita, algumas releituras e um show feito com verdade, do meu jeito, como cantora baiana, bem próximo do público”, afirma.
Quem também sobe ao Palco Brisa é Zai, cantor e compositor natural de Inhambupe, no interior da Bahia. Voz emergente da MPB e singular da cena LGBTQIAPN+, o artista apresenta ao público o EP Imenso, trabalho que marca uma nova fase da sua trajetória artística.
No repertório, Zai transforma vivências pessoais em música, escrevendo verdadeiras cartas abertas sobre reconstrução, solidão e resistência emocional. As canções aprofundam temas como sexualidade e identidade, em um convite à partilha de dores e experiências que ultrapassam o individual e dialogam com as vivências da comunidade LGBTQIAPN+.
A apresentação integra a proposta do Palco Brisa de valorizar a música autoral e a cena baiana dentro da programação do Festival Virada Salvador.
O Palco Brisa integra a programação do Festival Virada Salvador reunindo artistas e DJs da cena baiana, com apresentações que transitam entre a música autoral, diferentes gerações e múltiplas sonoridades. O palco funciona de 27 a 31 de dezembro, com programação diária a partir das 18h.
Confira a programação completa do Palco Brisa:
27 de dezembro (sábado)
Playlist
Cinara
DJ Libre Ana
Márcia Castro
DJ Libre Ana
28 de dezembro (domingo)
Lary
Playlist
AfroCidade
OQuadro
Playlist
Ju Moraes e Sambaiana
29 de dezembro (segunda-feira)
BenzaDeus
DJ Xirita
Thathi
DJ Xirita
Iuna
Zai
DJ Xirita
Clariana
30 de dezembro (terça-feira)
Playlist
Tiri
DJ Belle
Sarajane
DJ Belle
Malê Debalê
31 de dezembro (quarta-feira)
Aila Menezes
Igor Serravelle
Julio e Jonathan
Breno Casagrande
Bloquinho Delas
DJ Rick Nogueira
Serviço
* Evento: Festival Virada Salvador
* Palco: Brisa
* Data: 27 a 31 de dezembro de 2025
* Local: Arena do Festival Virada Salvador
* Abertura dos portões: 15h (sujeito a ajustes dos órgãos de segurança)
* Início da programação do Palco Brisa: a partir das 18h
* Acesso: gratuito